Procedimentos
Tecnologia de baixa intensidade como apoio ao conforto, à recuperação e ao cuidado odontológico
A laserterapia odontológica utiliza luz de baixa intensidade como recurso complementar para auxiliar no controle da dor, da inflamação e na recuperação dos tecidos.
A laserterapia odontológica, também chamada de fotobiomodulação em muitos protocolos, utiliza luz de baixa intensidade como recurso complementar em diferentes tratamentos. Sua aplicação é rápida, localizada e planejada de acordo com o diagnóstico e com a necessidade de cada paciente.
É uma técnica em que o profissional aplica energia luminosa sobre regiões específicas da boca ou da face. Diferentemente dos lasers cirúrgicos, o laser de baixa potência não é utilizado para realizar cortes. Ele pode ser empregado como apoio ao controle de desconfortos, processos inflamatórios e recuperação dos tecidos.
A indicação depende do quadro clínico. A laserterapia não substitui o tratamento da causa do problema, mas pode integrar o plano terapêutico para proporcionar uma recuperação mais confortável.
O cirurgião-dentista avalia a região, seleciona os parâmetros adequados e direciona o equipamento aos pontos definidos. Paciente e profissional utilizam proteção ocular específica. O número e a frequência das sessões variam conforme o diagnóstico, a resposta do organismo e o objetivo do tratamento.
A aplicação costuma ser breve e não exige cortes ou anestesia na maioria dos protocolos de baixa intensidade.
Mesmo sendo uma técnica conservadora, ela precisa ser prescrita após avaliação profissional. O dentista considera o diagnóstico, histórico de saúde, medicamentos em uso e características da lesão. Feridas ou alterações persistentes devem ser investigadas antes de qualquer aplicação.
Nos protocolos de baixa intensidade, a aplicação geralmente causa pouco ou nenhum desconforto. A sensação pode variar de acordo com a região tratada.
Não existe um número único. Algumas situações podem receber aplicação pontual, enquanto outras precisam de sessões programadas.
Não necessariamente. Ele é um recurso complementar e deve fazer parte de um plano definido pelo cirurgião-dentista.
Agende uma avaliação para saber se a laserterapia pode fazer parte do seu tratamento odontológico.